Thursday, April 06, 2006

A prática do Bate-Pavão

Um dos grandes devotos de Sacã era Maconhaíma (filho de Lorde Lúcio da 407) que, na crocodilagem, chegava pedindo uma bola a desconhecidos fumetas de bobeira pelas quadras. Quando conseguia, batia pavão no tchose e saía correndo. Dizia-se que graças a este costume, ele tinha mais tchose estocado do que o próprio príncipe FERNÃO CAPELO GABEIRA. A tradição do bate-pavão era respeitada em todo o DF e funcionava da seguinte maneira: se alguém lhe tomava algo rapidamente e alegava ter batido pavão, você era obrigado a aceitar, mas podia espalhar depois que o autor era prego.
Muitas tretas foram resolvidas na base do bate-pavão, como a posse do bete-que-tudo-acerta, a paternidade de Vulgar de Andrade, a duplicação da L4 e quem tinha a Manha do Canivete na 406 Norte.

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